MANDIOCA
IAC
13
INTRODUÇÃO
O Instituto Agronômico de Campinas desenvolve pesquisas com a cultura da mandioca, a partir de meados da década de 30, intensificando-se a partir de 1979 com a geração aproximada de mais de um milhão de clones até a presente data.
Nos últimos períodos, selecionaram-se três clones superiores às variedades tradicionais atualmente em cultivo, denominados IAC 13; IAC 14 e IAC 15, este último lançado em 2000, já com ampla difusão de suas ramas disponíveis aos produtores de mandioca industrial (farinha e/ou fécula).
A primeira cultivar não autóctone foi o Clone IAC 12-829 (atualmente a IAC 12), que, apesar de mais antiga, consiste em excelente alternativa para o mandiocultor.
Para consumo "in natura", o IAC apresenta a cultivar IAC 576-70, de polpa amarela, de excelente padrão culinário, e alta produtividade.
ORIGEM
IAC 13 e IAC 14 foram selecionados dentro de uma população de 180.000 clones formada pela recombinação de nove variedades elite: SRT 1 Vassourinha, SRT 59 Branca de Santa Catarina, SRT 1105 Mico ou Roxinha, SRT 1099 Taquari, SRT 1198 Engana Ladrão, IAC 14-18, IAC 12-829, SRT 1139 Aipim Bravo e IAC 105-66.
IAC 13
(Clone 44-82)
| Produtividade média de raízes 12% superior Medianamente resistente à bacteriose Adaptada a solos de baixa fertilidade Ótima cobertura do solo Mais indicada para produção de farinha |